PLANET EARTH


29/02/2008


Bresil, O Cirque Que Só É!

Brasileiros, escalem a Torre Eiffel a troco de nada... Duvido!

 

 

 

Patrícia Camargo Magalhães: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54372

Alain Robert: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/02/27/ult23u1259.jhtm

 

...inclusive, Renato Russo já dizia algo, em "Que Pais É Esse", Cazuza, em "Brasil", Gonzaguinha, em "É"... Um país tão grande né? Mas os Estados não são Unidos. Por isso que alguns da Escandinávia estão sempre na lista dos melhores em qualidade de vida, claro, menos gente mais dá pra organizar, isso quando quem organiza não é egoísta (Nordeste). Mas temos Canadá... Metem o pau nos EUA (creio que como todo lugar há pontos positivos e negativos), mas lá, pelo menos, há união - brigam internamente, também, - mas vai alguém de fora encher o saco lá pra ver. Aqui, por enquanto, podem fazer isso. Aqui (alguns de) nós mesmos nos tratamos muito mal ainda. Vem "neguinho" de fora pra fazer (des)graça e... desenrolam tapetes vermelhos, param trânsito, dão suítes presidenciais, os atendem primeiro, dão créditos, paparicam (papam e enricam), se esforçam pra falar o idioma... por algum interesse, afinal, todos temos nosso senso de oportunidade, não? Eu, por exemplo, passei por situação parecida recentemente, é um fato! Dá mídia ficar perto de um bacana ou babaca internacional (que é tão gente quanto você), posar de gatinho com uma gringa dá status, falar inglês é o que há, bancar o guia turístico dá um quê de importância a mais... e colocar os simples mortais em seus lugares (mesmo que seja seu conterrâneo) dá um "sado-prazer"! Sim, eles (segundo a etiqueta) merecem respeito, mas nós também, mas não nos damos! Então, um cara vem aqui no Brasil - mais de uma vez -, sobe, desce, sai em todos os jornais, aparece na TV, faz uma desordem do caralho e, no final, sai como herói: holofotes. Dão um puxãozinho de orelha nele só pra abafar o caso. Enquanto que a coitada que estudou horrores (e mesmo que fosse analfabeta) é humilhada pencas. O outro, cientista, a mesma palhaçada... Cultura não é bem vinda aqui, parece. Isso, irmãos, continuem babando ovo pra eles que eles vão continuar nos dando uma banana. Depois só nos resta pegar os dois e... socá!

 

Tem alguma coisa errada, não tem? Ou, o errado é quem acha isso? Bom, se funciona assim é porque tá funcionando então...

Escrito por Silvius Hermmes às 11h29
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23/12/2007


ATENÇÃO! - O BLOG

Inspiração de Natal: 

Dear Mr President (Pink)

 

( http://br.youtube.com/watch?v=U7mTFZT4NUQ )

 

Mrs Principal, você tem noção de quanto tempo se leva pra se fazer uma coreografia?

Mrs Teacher, você sabe quanto se gasta pra se dedicar às aulas de dança?

 

, você sabe o quanto de preconceito passei pra iniciar essa carreira?

, você sabia que tem mais gente que precisa comer e morar além de você e sua família?

 

, como você se sente comprando presentinhos no shopping?

, como você se sente comprando apartamento na praia?

 

, o que sua consciência te diz?

, o que você pretende com suas intenções?

 

, quando você me vê na rua você se vira, treme, sua, seu coração palpita, resmunga... mas, afinal, quem é o monstro?

 

, você sabia que um dos que você explora já não teve onde morar?

, você sabia que uma das que você explora adoeceu?

...e o que vocês fizeram a respeito?

 

, aquela mãe que não tinha dinheiro voltou pra casa sem matricular seu filho!

, aquele funcionário assina um salário que não é justo pra ele!

Você permitiu isso?

 

, você sabia que essa equipe que trabalha pra você tem que ser remunerada?

, você sabia que menores não podem trabalhar arriscando vida subindo em escadas?

 

, você estudou pra quê?

, e você? Pra quê?

 

, de que adianta a quantidade de diplomas e dinheiro no banco se você não respeita o ser humano?

, de que adianta a quantidade de empregadas numa casa se os valores estão trocados?

 

, será que ninguém vê isso?

, e se vêem, concordam?

 

, alguém sabe me dizer até quando isso vai perdurar?

, e se souberem o que acontecerá no final?

 

, a vida tira pessoas queridas da sua vida de forma trágica!

, a vida deixa pessoas viverem de forma trágica na sua vida!

...e ainda assim vocês continuam??

 

, vocês menosprezam, desrespeitam, desumanizam, humilham, ofendem, exploram, rebaixam e tiram o direito delas de ir e vir só por causa de um título que nem é vitalício... a troco de quê?

 

, isso lhes faz se sentirem melhores na alma? Uma vez que já não basta o mundo lá fora clamando por justiça, amor ao próximo, solidariedade, companheirismo, paz, felicidade, igualdade e etc...!

 

, você se esconde atrás de uma religião pra disfarçar aquilo que você é realmente

, e você se esconde atrás de outra pra tapar a peneira com o sol, sim, pois, está mais claro que ele!

 

, vocês subestimam as várias mentes que passam e passaram por aí. Lembrem-se: vocês são só quatro!

 

, você sabia que não conseguirá respeito com esses gritos nunca?

, você sabia que vocês vão envelhecer?

 

, você ama alguém?

, você odeia o ser humano?

 

, o que o mundo fez a vocês?? Sim, pois já é uma multidão de prejudicados!!!

...sabia que ninguém tem culpa do que te aconteceu? Sabia????

 

, você sabia que o mundo conspirará em favor das pessoas inocentes que vocês lesaram, e quando isso acontecer ele terá a mesma misericórdia que você teve com elas?

 

, você não vê ao redor de sua vida o que tem acontecido?

 

, sabia que cada vez que penso nas coisas que vocês fazem às pessoas eu lembro daquelas vilãs de novela?

, sabia que o final delas são sempre os mesmos?

 

, sabia que vocês estão numa posição de formadorAs de opinião?

, sabia que essa formação tem muita gente desinteressada em ter?

 

, por que será que aquela sra de olhos azuis e seu marido; aquela sra negra de canecalon e seu filho, aquela sra que tinha problemas de dicção mas nos atendia bem; aquela sra distinta, mulata de olhos cor de mel...e muitos outros foram embora se eram benquistos por todos e desempenhavam bem seus papéis? Estranho!

 

Bem, essa é minha mensagem de Natal a todos os de consciência limpa e honestos. Pessoas que são boas de coração, ajudam aos outros (ou, pelo menos não atrapalham), são felizes, de bem com a vida e venceram pelos seus próprios méritos...ah, e que não culparam e não reclamaram no caminho quando algo deu errado em suas vidas. A vocês um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

 

p.s.- obrigado Srs Juiz de Direito, Ministro do Trabalho, Ministro da Justiça, Governador e Secretários da Educação, ao Sindicato dos Profissionais de Dança de São Paulo!

Escrito por Silvius Hermmes às 14h57
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06/12/2007


ATENÇÃO! - O BLOG "PLANET EARTH" TEM CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA CONSERVADORES, POLITICAMENTE CORRETOS E HIPÓCRITAS - Direitos Autorais Reservados® - Cuidado, hein?

Bali, vc passou dos limites! (...e eu estava quieto)

 

Semana passada recebi um telefonema da Claudia (fictício), de um 3º ano do Zuleika de Barros. O que ela queria? Que eu fizesse uma gravação pro trabalho de escola, pedido pela professora que organiza dança no colégio...

Claudia: Oi, Silvio? Tudo bem? Será que você pode ir até o colégio na quinta-feira para fazermos uma entrevista sobre a história de como começou a dança no Zuleika?

 

Eu: Claro, posso... (porém, coisa boa não me cheirava... afinal, foram mais de 15 anos de patifaria).

 

Fui até lá, encontrei uma funcionária do colégio que gentilmente me chamou a aluna que queria fazer a tal entrevista. Como que num passe de mágica (e mágica essa, diga-se de passagem, vinda do Alexandre - personagem de Guilherme Fontes na novela A Viagem, da Globo) de repente chega "a responsável pela dança na escola", com um "sorriso", me perguntando o que eu estava fazendo lá. (como se eu devesse alguma satisfação pra alguma delas da minha presença na escola - a escola é pública, mas a transformaram em privada!).

 

Respondi: Estou aqui porque a Claudia me ligou no celular dizendo que você teria me indicado pra fazer uma entrevista (detalhe: com câmera e tudo), por isso estou aqui! 

 

Ela: Claudia? Claudia... que Claudia? Claudia do terceiro... (olha se eu não tivesse lidado com teatro minha vida toda e não a conhecesse até dava pra acreditar, mas isso tudo junto com a canastrice dela...)

 

Respondi: Não sei, ela me ligou porque você deu me celular a ela; eu não a conheço.

 

Ela: Bom, não vai ser possível você falar com ela porque está tendo um campeonato e a escola toda está lá embaixo, tá uma confusão! Volta outro dia... (como se ela decidisse tudo por mim o que eu devo fazer e como se eu fosse acatar saindo e abaixando a cabeça, pois sempre foi assim, né?)

 

Eu: Como assim, eu tenho me desloco até aqui pra atender vocês e tenho que voltar pra casa do nada?

 

Ela: Bom, vou ver o que posso fazer. Vou lá embaixo ver se a encontro. (nisso aparece outra das “diligentes” e pergunta o que estou fazendo lá - olha, não sei não, mas minha presença lá parece que as assusta, por que será? minha consciência tá limpa... deito no travesseiro e durmo tranqüilo)

 

Depois de 3 minutos contados no relógio a maratonista volta e diz (ofegante):

 

Olha, procurei pela escola in-tei-ra e não a encontrei. É melhor você voltar outro dia. (com se me expulsando - às vezes elas me fazem sentir como se eu fosse o diabo e elas, a cruz, mas eu e quase que a torcida do corinthians sabemos quem é quem, né?)

 

Eu: Eu espero! 

 

Ela sai... de cena!

 

De repente, não mais que de repente, como outras pessoas já estavam à procura de Claudia, a mesma aparece com mais duas amigas que me conheciam... A Claudia me explica todo o trabalho, e ainda frisa que a professora tinha me indicado sim, assim como ela tinha indicado outros professores de dança do Zuleika... Logo, entendi qual era o plano dela: pegar depoimentos dos professores de dança pra ela se beneficiar novamente com “seu” Espetáculo de Final de Ano. Quando perguntei pra Claudia pra onde iria esse vídeo, ela responde: é pra professora, é trabalho pra nota da matéria dela...

Aí todas as fichas caíram!

 

Moral da história: a professora armou (com nota) uma estratagema para que a aluna se virasse e me chamasse pra fazer um vídeo pro Jubileu de Prata da escola, onde minha imagem e meu depoimento seriam exibidos (imagino) de alguma forma nessa apresentação, que acontecerá no dia 13 e 14 de dezembro no próprio colégio. Eu disse à aluna que pedisse a professora delas pra me ligar e me pedir formalmente, pois não queria passar por constrangimentos futuros, como passei no passado. Estou esperando até agora...

 

Bali, você pensa que todo mundo é idiota, ou melhor, que você é a mais esperta de todos. Não é bem assim! Alguém precisa te dizer que você está passando dos limites com as pessoas, e não percebeu isso ainda, nós que estamos de fora precisamos te avisar que você tem prejudicado muita gente, sendo intransigente e autoritária! Comigo foi por todos esses anos: usou da minha dança e se beneficiou disso. Você não vai manipular as pessoas a vida toda. As pessoas não são bonecos, ou, idiotas; é ingenuidade sua achar isso. Tem muita que até gosta de você, mas não concordam com suas atitudes. Portanto, pare e reanalise suas atitudes. Se você quer saber um dos depoimentos de seus ex-alunos é que você chegou a cobrar uma exorbitância tamanha em fantasia de alunos pra dançar numa escola pública! E esse nem é o absurdo maior... Você acha que é espertona, mas não é, tem gente da Educação só monitorando as palhaçadas de vocês, saibam disso. Tem pais dos alunos se manifestando... Eu no lugar de vocês trataria melhor a comunidade, o contingente de cabeças pensantes de forma mais respeitosa e profissional, as pessoas estão cansadas de serem maltratadas pela sua equipe, Superiora! É muito delicada a postura de vocês em relação aos alunos. A postura de um líder, principalmente num ambiente público, requer tato, ética, dom, solidariedade... enfim, respeito, e vocês estão aquém disso. Sejam inteligentes, e façam como Renan Calheiros... é, pois chega uma hora que as coisas ficam na cara! Vocês perderam o senso das coisas. Talvez essas atitudes de vocês expliquem o por quê de muitos dos alunos quebrarem o patrimônio público (embora não justifique), desrespeitam funcionários, professores, cabulam, são desmotivados, repetem, são agressivos... às vezes eles estão sabendo de coisas que vocês não sabem que eles sabem, quem sabe? É isso... Bem, finalizando, peço a gentileza de pararem de me ligar com ameaças disso ou daquilo (http://planetearth.zip.net/arch2007-04-15_2007-04-21.html), não me peçam pra visitarem vocês, pois com essas emboscadas de vocês a minha segurança está em jogo e lembrem-se: “todos nós deveríamos pegar um dia de cadeia pelas coisas que fizemos, mas não foram descobertas”.

Em meu nome e da Arte, Honestidade, Trabalho e Sucesso!

Silvius Hermmes

 

p.s.- aos Puxas de plantão, por favor, façam seus serviços!

Escrito por Silvius Hermmes às 00h22
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25/04/2007


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A HISTÓRIA DE UM PUXA-SACO

 

Como age um puxa-saco desocupado?  Simples. Vou destrinchar o perfil desse parasita daninho... É um ser desprezível, num primeiro momento. Depois, pode-se perceber que esta criatura não tem o que fazer pra crescimento próprio, não tem opinião própria e teme a quem ele serve. Não anda com as próprias pernas, não tem luz própria e é dependente. Se anula a favor de uma pessoa que a vê dessa forma (pois, cá pra nós, quem gosta?). Vive em função do outro. É impotente, é fraco, covarde, medroso, inútil, dispensável, descartável, obsoleto, asqueroso, sobra, pobre, um simples leva e traz (um pombo-correio tem mais utilidade, a propósito), sem personalidade, sem conteúdo, sem iniciativa e se esconde por de trás daquele que um dia o mostrará o que ele pensa dele. Sanguessuga, vampiro, parasita, puxa-saco... alguém conhece outro nome? É isso que ele é. Sua existência é inofensiva e qualquer pessoa, mesmo as medíocres, podem defini-lo. Não precisa muito pra defini-lo, pois ele não é um ser complexo, é simples. Básico. Se meu cuspe salvá-lo, vou pensar...

 

SILVIUS HERMMES

 

p.s.- a cor da fonte escolhida é em sua homenagem

Escrito por Silvius Hermmes às 14h31
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19/04/2007


ESTOU SENDO CHANTAGEADO EM TOM DE AMEAÇA PELA DIRETORA DO ZULEIKA!!!

 

Nessa última sexta-feira 13 de abril, às 11:43h, recebi o telefonema da diretora do Zuleika de Barros. As palavras foram essas: "Estou muito aborrecida, chateada com o que você vem fazendo. Você colocou na internet palavras mentirosas ao meu respeito! Você está nos (escola, ela e a professora de educação física) difamando! Eu vou dar parte de você! Você terá que provar o que você está dizendo. Pra eu não fazer isso gostaria de resolver isso da melhor forma possível. Você pode vir aqui pra resolvermos de forma adulta?". Cheguei lá às 13h. No colégio, tive que esperar o circo começar: assim que eu cheguei a diretora estava no teatro chamando o outro professor de dança (pra quê, não sei...). Esperei eles todos (a coordenadora, professora de educação física, professor de dança e diretora) preparassem a cama pra eu deitar e começar a "sessão tortura psicológica com requintes de humilhação, mentiras e ameaças". Muitas pessoas já conhecessem o temperamento da pessoa que conduz o Zuleika, mas só pra se ter uma idéia, resumo, dentre outras coisas, é ditatorial, autoritário, prepotente, preconceituoso, mesquinho, histérico, desumano e capitalista! Quando digo circo, me refiro à preparação que ela se deu ao luxo de fazer antes de começar a tortura psicológica. Dá a impressão que todos foram treinados pra dizer determinadas coisas... Pois bem, todos sentados à sua sala (de portas fechadas) e com um início que não é peculiar dela: "Boa tarde a todos, muito obrigada por terem vindo.... blá blá blá". O cenário estava assim, em frente à mesa da direção tinha mais quatro cadeiras. Depois de mim estavam a coordenadora, professora de educação física e professor de dança. Enquanto ela falava, a coordenadora redigia tudo que era dito num livro preto (deu umas quatro páginas). A conversa começou basicamente assim: "Eu estou muito incomodada com as acusações que você vem fazendo no orkut e, hoje mesmo eu ía dar parte de você fazendo um boletim de ocorrência, mesmo porque tenho testemunhas de que você me agrediu. Agrediu uma autoridade dentro da escola no exercício de suas funções, um funcionário público! Tenho testemunhas aí na secretaria, todo mundo ouviu você gritando e colocando o dedo na minha cara!..." Bom, aí já ví que o nível começaria do sub-solo, que tudo que eu dissesse seria distorcido e que todas as "testemunhas daquela conversa em si" concordariam com ela. Dito e feito! Esse é o perfil de quem está errado, tem algo a esconder e fica procurando formas e pessoas pra se defender, pois, na verdade, quem está errada é ela. Eram 4 contra 1... na sala dela! Imaginem a cena... Quando pude falar, me foi perguntado o por quê daquela raiva que eu sentia taaaanto e que não dava pra entender; que aquele ódio só iria me fazer mal... biriris, bororós. Perguntei o por quê de me proibirem de entrar na Apresentação de Final de Ano. Depois de gaguejar, tentar uma melhor resposta e/ou negar que fez isso, finalmente disse que "falou" ao inspetor que "já que o Silvio tinha me agredido, não queria que ele entrasse mais na escola; não é porque a escola é pública que tem entrar qualquer um"... Quanto à ameaça e humilhação... nos momentos da tortura psicológica covarde, foi dito: "...você sabe o que pode acontecer se eu der parte de você? Você terá que pagar pra mim se não conseguir provar, e sabemos da sua situação financeira, não poderá pagar um advogado... portanto, quero que você se retrate no orkut; pode até dizer que estava com raiva, aborrecido, mas quero que se retrate...". No final, depois terem redigido um best-sellers, todos ELES ASSINARAM O LIVRO SEM LÊ-LO, pois alguns deles estavam com pressa e tinham mais o que fazer do que ficar perdendo tempo alí (e por quê foram então?). Eu pedi pra ler e, de cara, encontrei dois erros, um deles dizia que eu acusava que estavam "...desviando (foi bem esta palavra) dinheiro...", mas eu não disse isso, nem escrevi isso no outro texto (este é o link pra quem ainda não leu). Sabe o que ela fez no livro negro? Pôs um asterisco (*) e acrescentou (detalhe: depois quer todos já tinham assinado): "*em tempo, insinuou". Depois disso pediu pra que eu assinasse. Eu disse não, só depois que eu lesse tudo... Aí ela pediu que eu colocasse que me comprometeria em assinar depois que lesse... enfim. Procure ler o que está no livro antes que elas rasguem o conteúdo do que foi brilhantemente redigido. Além de citar que uns dos quatro fantásticos se contradiziam o tempo inteiro, era uma falta de sintonia. Acho que ela deveria ensaiar mais antes, e não deixar pra última hora!

Escrito por Silvius Hermmes às 19h17
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Leitor, a história continua mas vou parar por aqui pra não ficar desgastante, quem quiser conhecer bem a história com detalhes, depois eu passo. E antes de vocês comentarem, eu mesmo farei isso. Não precisa conhecer a filosofia da direção, dos professores, dos funcionários, da escola em si (como "querem" que seja, não como deve ser), ou, me conhecer pra entender num contexto geral a situação, mesmo porque quem me conhece (profissionalmente/pessoalmente) já sabe que eu não me meto em confusões; não tenho uma advertência ou suspensão no Zuleika, nunca fui posto pra fora, nunca desrespeitei ninguém naquela escola, nunca fui chamado à atenção no colégio, nem na minha época estudantil nem como professor de dança; não tenho antecedentes criminais, nem processos judiciais em meu nome. Portanto, quanto à minha integridade, caráter, personalidade, postura, educação, não devo nada a ninguém!!! Tenho suporte de mãe"s" de aluno"s" e ex-aluno"s", de aluno"s" e ex-aluno"s", funcionário"s", ex-funcionário"s", professore"s", ex-professore"s", outros diretore"s"... afinal de contas fiz uma rede absurda (do tamanho dessas calúnias todas a meu respeito) nesses 14 anos, né? Poderia citá-los aqui, mas pra evitar represálias (não por parte deles, pois eles dizem que finalmente alguém teve a coragem...), prefiro mantê-los no anonimato. Basta ser coerente. A propósito, a fama dela na Diretoria de Ensino não é nada boa. Observe os fatos: * me obrigando a fazer algo sob ameaça; me impedindo da liberdade de expressão; * me humilhando e me constrangendo em público dentro de sua sala; * inventando histórias, me acusando daquilo que eu não fiz; * distorcendo minhas palavras e interpretando-as de forma mais convenientes pra si; * me sugestionando em algo para benefício exclusivo próprio

Fui instruído em processar a direção, a escola e o Estado por danos morais e discriminação racial por não me deixarem entrar na escola no dia da apresentação, uma vez que não ofereço perigo a ninguém e esteja em dia com minha capacidade mental, psicológica e intelectual (informação de quem entende de Lei).

Contudo, preferiria passar com um gato preto embaixo de uma escada naquela sexta-feira 13! Vamos ver quem está com a razão, as ameaças dela ou uma multidão de pessoas na porta do colégio. Recebi e recebo até hoje e-mails, scraps, telefonemas de pais de alunos, de amigos, amigos de amigos que nunca me viram... Ah, tenho amigos jornalistas e uma imprensa da região que quer saber os detalhes (vocês sabem que eles adoram escândalo); Ministério Público? Nem se fala...; Diretoria de Ensino? Amigos, caso me aconteça alguma coisa (qualquer coisa), já sabem da história; será um espetáculo com mídia e tudo!!

Aos "puxa-sacos" e "paus-mandados" que morrem de medo da diretora, não têm paz na presença dela e levam as minhas informações até ela com um certo sadismo precipitado e distorcido, no intuito de me prejudicarem, não por vocês terem algo contra mim, mas, sim, algo a favor dela, lembrem-se: vocês são tão humilhados quanto fui por ela (e vocês já me confidenciaram coisas, certo? mas não tenho como provar, nesse caso é de consciência pra consciência) vocês sabem que ela é dura, intransigente e não trata as pessoas com educação e, em se tratando de problemas pessoais que todos nós passamos, há quem esteja passando por problemas de saúde dentro de casa (se é que vocês me entendem) que deveria receber maior atenção; PRESTEM MAIS ATENÇÃO NA VIDA DE VOCÊS, E VERÃO QUE BELEZA QUE ELA É!! E esses emails, scraps que vocês me mandam foram todos xerocopiados, e TODOS vocês terão que provar na justiça cada letra!

 

POR MIM MESMO, SILVIUS HERMMES!!!

 

P.S. - Isso é resolver de forma adulta? Dá pra confiar? Saí da minha casa pra isso? O que será do ensino?

Escrito por Silvius Hermmes às 19h05
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12/04/2007


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em desrespeito aos meus leitores não assíduos (mesmo porque faz tempo que não escrevo), aguardem...

Escrito por Silvius Hermmes às 09h36
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02/02/2007


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DIVÃ VIRTUAL

 

Filipe diz:

 

Começou assim, a minha namorada tinha o costume de ir um dia sim, um dia não na lan pra falar comigo lá da praia, sempre me mandava mensagens no cel, não esperava receber uma minha para depois respondê-la. Depois que fui pra lá passei a virada de ano e voltei, ela começou a mudar algumas coisas. De algumas semanas para cá, ela começou a me tratar diferente, já não ía mais na lan, quando ía nem me avisava q estava lá para eu poder conversar com ela pelo MSN, já não fazia mais questão de eu ir à praia vê-la, isso começou a me machucar por dentro, a me perturbar, então lembrei de um dia q ela viu o ex dela dando em cima de uma amiga dela, e vi o estado q a minha namorada ficou, então isso me deixou mais perturbado, então sem pensar comecei a cometer erros, comecei a tentar saber o pq. Deixei der ir à praia no dia do aniversário de São Paulo pq estava já mal pela maneira q ela estava me tratando, e com toda essa perturbação e o medo de eu estar perdendo uma pessoa q eu amava, invadir um Orkut sem a autorização (já cometi um erro) e lá estavam 3 depoimentos dela, no qual ela falava sobre seu ex, em nenhum momento ela chegou a me trair como ela própria disse, por consideração à minha pessoa, mas em nenhum momento me disse q seu sentimento por mim não era exatamente como ela pensava e eu já tinha perguntado à sua amiga e ela me negou dizendo q ela me ama ainda, mas tinha coisas escritas como “quando eu vi ele chegando meu coração quase pulou pela minha boca” ou “eu saí de perto dele pq se não eu ía agarrá-lo”. Então já fiquei de uma maneira péssima, sem reação pq a pessoa q vc diz amar e diz q te ama, não te ama de verdade, ainda sente amor pelo seu ex e por vc não. Eu não sabia o q fazer, não podia chegar nela e dizer q vi aquilo pq entrei na privacidade de uma pessoa, eu estaria errado. Então foi nesse momento q cometi outro erro, o mais grave: fui egoísta, fui falso, fui frio e calculista, não fui eu. Criei um Orkut falso. Mandei um scrap para mim mesmo me criticando e falando q tinha uma surpresa para mim no Orkut da amiga dela e eu mesmo fui lá e liberei os depoimentos dela. Pois foi a única maneira q achei para poder mostrar para ela q eu vi, então liguei pra minha namorada e menti falando q alguém me mandou um recado e disse mais, q invadiram o Orkut da amiga dela (fui frio), depois liberei um depoimento meu mesmo, q deixei lá para não desconfiarem de mim (fui calculista). Eu já estava péssimo pelo o q eu vi mas ainda não tinha cabeça, ainda estava indo por impulso, aí a situação foi me fugindo do controle, gostaria q apenas eu e ela soubéssemos disso, mas, mais pessoas ao redor foram vendo também. Ela conseguiu ligar para sua amiga q apago os depoimentos aí ela entrou no MSN e começou a conversar comigo péssima, péssima, mas até aí eu ainda estava pior q ela, pois eu ainda a amava, ainda a queria só para mim, não queria perdê-la (egoísmo). Conversamos. Ela negou na primeira vez q tinha sido ela quem deixou os depoimento, mas depois ela afirmou q foi ela, então resolvemos conversar pessoalmente no dia seguinte.

Escrito por Silvius Hermmes às 20h48
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Combinei de ver a amiga dela pra dela me aconselhar, mas antes disso fui treinar Le Parkour sozinho. Treinando comecei a refletir no q fiz, aquilo começou a me doer, mais ainda minha vontade de tê-la pra mim, era tão grande q eu resolvi continuar a mentir, fui na casa da amiga e ela me recebeu muito bem, conversei com ela mas lá dentro de mim já estava sendo doloroso o q eu fiz. Enquanto eu conversava com a amiga dela eu lembrava do depoimento e ficava puto por dentro, mas a dor do erro q eu cometi já estava maior, não sei se a amiga dela reparou mas em nenhum momento eu olhei na cara dela e em nenhum momento derramei uma lágrima, pq já estava grande a dor de meu erro. Saí da casa da amiga e fui pra minha, a outra amiga dela q eu invadi o Orkut veio conversar comigo pois ela queria entender quem foi q fez aquilo, continuei a mentir falando q não sabia. À noite liguei para minha namorada para saber se elas estava bem, mas ela não estava e quando escutei sua voz me pedindo desculpas fiquei pior do q já estava, eu não a culpei de nada, pq além de eu ter cometido um erro q ela ainda não sabia, nenhum de nós podíamos controlar nossos sentimentos. Tentei dormir. Dormi durante 2 horas do domingo para a segunda, acordei com um aperto maior do meu erro, estava esperando minha namorada chegar pra conversamos. Mas ela chegou muito tarde e me ligou. Conversamos e ela me jogou uma indireta mostrando q suspeitava de mim eu fiquei muito nervoso com isso. Desliguei o tel, mas depois liguei e apenas falei pra ela: te amo. Entrei em desespero e comecei a pedi ajuda às amigas dela. Uma das amigas no qual eu tinha invadido o Orkut me fez um questionário pelo MSN confiando em que eu diria verdade, apenas a verdade. Mas eu menti, eu estava inseguro e continuei a mentir. Saí do MSN e fui tentar dormir, mas não conseguia, chorava o tempo todo por estar perdendo a minha namorada. Mas a dor era maior pois estava sendo algo q eu não sou. Chegou a terça-feira. Não dormi. Ela foi à escola depois voltou e me chamou pra conversarmos e foi o q aconteceu, afirmei a ela q ela não tinha cometido erro nenhum, ela derrubava lágrimas, eu ainda não derrubava, mas persistia em continuar, ela já não queria, foi quando olhei nos olhos dela e disse q fui eu q fez tudo aquilo, falei q foi eu q invadiu o Orkut da amiga dela e vi os depoimentos e em um ato desesperado fui uma pessoa q não sou. Foi nesse momento q comecei a lavar a alma com lágrimas, pois tudo q estava me machucando lá dentro coloquei com toda a coragem pra fora na frente dela. Eu não conseguia para de chorar. Ela não me xingou, não me bateu, apenas pedia para eu para de chorar, mas eu já estava me crucificando pelo tal ato, ela me perdoava, mas eu sentia q não era de coração. Eu estava me martirizando por dentro pq eu nunca fui e nunca mais quero ser a pessoa q eu fui quando cometi esse tal ato, fui embora da casa dela. Ela me deu um beijo no rosto e um abraço, fui procurar as amigas dela para pedir desculpas e dar a oportunidade a elas de dizerem tudo o q eu merecia ouvir, na minha cara. Mas as amigas tomaram as dores dela e me esqueceram, esqueceram todos os momentos bons q passei com elas. Uma desligou o tel na minha cara e falou para eu nunca mais procurá-la e me bloqueou no MSN, a outra insistiu em me fazer conversar com ela pelo MSN, mas eu queria ligar pra ela poder falar tudo pra mim q eu merecia, mas ela me bloqueou no MSN também, simplesmente me abandonaram no momento q eu mais precisava delas, mas não as culpo porque errei. Mais tarde, o namorado de uma das amigas dela entrou no MSN, depois de eu já ter escutado poucas e boas delas, veio me dar lição de moral, veio jogar teorias e relações amorosas q não existiam. Não pediu, mandou eu não procurar nenhuma das meninas, como se eu fosse um criminoso como se eu fosse cometer um ato horrível, mas eu lembrei do q vc disse (Silvius) e ergui a cabeça e não derrubei nenhuma lágrima e discuti com ele peito a peito. Hoje estou melhor graças a o q vc escreveu e ao q muitos outros me disseram. Dói ainda um pouco por eu ter perdido a pessoa q eu amei, mas é superável. Hoje aprendi uma porção de coisas, tomei um banho de conselhos e um banho de lição de vida com meu erro. E vi q o que eu fiz foi um ato por não querer perder quem eu amava. Mas hoje eu consigo me perdoar e esses q não me perdoaram e os perdôo, meus sentimentos por eles ainda continua sendo o mesmo, pois considerei essas pessoas muito e ainda as considero.

 

 

Escrito por Silvius Hermmes às 20h44
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Silvius responde:

 

 

Filipe, você é um ser humano como qualquer um desses que estão tentando fazer você se sentir a pior pessoa do mundo, mas lembre-se apenas "tentando", até que se prove o contrário "tentar ainda não é conseguir". Você está numa situação muito delicada que eu não desejo pra ninguém... ninguém que não tenha 1/20 da estrutura mental e psicológica que o Sr. tem, Filipe! Se esses simples mortais percebessem que você é, neste momento, um modelo do que “não se deve fazer” (ATENÇÃO na interpretação das palavras), você é um modelo daquilo que não se deve fazer, portanto, eles devem te respeitar muito mais ainda, sim, com essa situação eles tem a oportunidade de perceber, GRAÇAS A VOCÊ, que você foi um MÁRTIR... e os mártires sempre vão na frente, erram primeiro, ousam antes, são a frente de seu tempo e são achincalhados POR TODOS e, só lá na frente recebem o reconhecimento (ex. artistas, escritores, pensadores, estudiosos a frente de seu tempo, que, antes eram crucificados e, hoje, estudados...), então, já é sabido que você SOZINHO está enfrentando VÁRIOS ao mesmo tempo! Assistiu “Tróia”, Filipe?

Se você é pobre, gay, negro, travesti, velho, ignorante, nordestino, lindo demais, patricinha, famoso, gordo, se veste mal, sujo, machão, gostosa, ladrão, mentiroso, certinho, doente mental, manca de uma perna, HIV, careca, banguela, inteligentíssimo, ateu... os OUTROS vão falar do tipo de vida que a pessoa leva, certo, Filipe? Então, os OUTROS, simplesmente, falam!!! Sentam em seus rabos e falam do dos outros e ficam se interferindo à distância, é mais fácil, pois parece que quão mais perto se está mais invisível as coisas se tornam. Então, Aquiles, você não está sozinho nessa, mesmo porque nós que REALMENTE gostamos de você e o conhecemos de VERDADE já buscamos a RAZÃO da qual você ter feito o que fez, o orientamos e não PIXAMOS sua INTEGRIDADE sem antes questionarmos o fato, sabe como se chama isso? PRÉ-CONCEITO. Todos nós somos vítimas diárias dele, portanto, quem somos nós? Pois é, PRECONCEITUOSOS! Porque o ser humano está tão desumanizado desde que a Humanidade recebeu esse nome, que precisará explodir tudo e recomeçar. Se as pessoas não sabem o REAL motivo que o fez fazer o que fez, NÓS SABEMOS, e já o bastante: POR AMOR. Quem ama cuida (cada um do seu jeito, mas cuida). Claro que a inexperiência anda de mãos dadas com, muitas vezes, inconseqüências, resultados não tão esperados, mas, como diz um amigo meu: SÓ OS FORTES VOAM ALTO. Esta é uma ÓTIMA oportunidade de você rever seus conceitos; crescer e analisar que é um momento de maturidade, responsabilidade dos atos e suas  conseqüência; o que vale a pena na vida; o preço da LIBERDADE E DA "LIDERANÇA NATURAL", como OS OUTROS são; quem é REALMENTE AMIGO dentre um montante de “massa de bolo (não lobo) encefálico” que anda, pensa e age IGUAL; o que o AMOR "pode fazer" e o que as mulheres, também.

Enfim... autenticidade tem um preço altíssimo; personalidade forte é pra quem nasce com ela, o resto copia do seriado Malhação; dó as pessoas só têm dos coitados, pois, dos que são firmes eles têm das duas uma: ADMIRAÇÃO ou INVEJA, e se for essa última, bem... ou se juntam a você e aprendem de uma vez por todas o que é ter CARÁTER, ou se juntam aos OUTROS, nesse caso, pra se tornarem UM e “tentarem” te destruir, eles se unem com o objetivo de fazer do zero vírgula alguma coisa (que eles são), UM, pois, cada um deles “não é uma parte inteira”, por isso eles se juntam, e, às vezes, eles levam muito tempo pra chegarem a ser um número inteiro porque muitos deles são zero vírgula zero; nem todos os que te criticam são seus inimigos, mas pra discernir é fácil analisar: o olhar; as intenções; o tom e a vibração da voz; a chance dada para você poder argumentar suas intenções e reconhecê-lo, portanto, quando admitir que errou; a “parcialidade”, ou seja, todos viram a cara pra você por ser mais fácil do que PENSAR; o HISTÓRICO de cada um que se envolveu com você direta ou indiretamente na sua vida, pois é nessa hora que você pode rever atitudes que estavam sem respostas e pendências passadas, aí você começa rever fatos e aí as fichas caem do tipo... ”aaaaah, então foi por isso que tal pessoa queria sair comigo”, ou, “hmmm, então foi por isso que fulano quis viajar com a gente, o cara tava de caso pensado” e etc; existem muitos vampirinhos soltos por aí sem alma que querem chupar seu sangue, se aproveitando de sua composição vital e energética pra se sentirem melhores; mas ATENÇÃO, quando você perceber ou quando um mau caráter te entregar de bandeja um perfil anti-social, tipo distúrbio de conduta, ou desequilíbrio emocional, problemas pessoais, infelicidade, frustrações, amargura, maldade gratuita, insensibilidade com requintes de crueldade sem escrúpulos, falta de autoconsciência, egoísmo... não se aborreça com elas, geralmente, essas pessoas não têm culpa de serem como são e nem sabem que são assim, muitas vezes essas pessoas precisam ser avisadas! Mas, de qualquer forma você deve “agradecer” que ELAS são assim e não você e, dessa vez, elas se tornam aquilo que falei no começo: MODELOS DAQUILO QUE VOCÊ NÃO DEVE SER. AGRADE primeiramente você e seja FELIZ, pois é a sua ÚNICA obrigação. Isso não é ser egoísta, pois quem REALMENTE gosta de você ficará FELIZ também. Ah, agradeça aos seus pais por mim por você ser o que você é: UMA PESSOA DE MUITO VALOR! Abraços!!!

Escrito por Silvius Hermmes às 19h05
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17/01/2007


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               Sr Das Tokas by Silvius Hermmes

 

Minha história...

 

 

No começo de 2000, fui convidado por minha amiga Silvana Menezes, assistente social, a dar aula de dança para cem crianças e adolescentes de um CJ (Centro Juvenil – hoje conhecido como EGJ) do bairro do Jaraguá (Casa Kentenich), região oeste de São Paulo. As aulas seriam às terças-feiras e divididas em dois grupos de vinte e cinco, manhã e tarde. Entre alguns profissionais que trabalhavam lá tinha uma monitora e uma cozinheira que, na hora do almoço, sempre faziam crochê enquanto batiam um papo antes de retornarem às suas atividades diárias. Um dia perguntei a elas como faziam tapetes e tokas, sendo que o tapete “abre” e a toka “fecha”. A minha curiosidade foi um ponta pé inicial. Sempre quis aprender crochê, inclusive venho de uma família com habilidades manuais, minha tia, por exemplo, hoje em dia, dentre muitas coisas, faz lindas bolsas de crochê pra vender, também. A monitora pegou uma agulha cinza (nº 4), me deu um novelo de lã e me ensinou a fazer as famosas “correntinhas”, foi quando tive o primeiro contato com esta arte, que até hoje ninguém sabe a origem: o crochê. Tomei gosto pela arte e comecei a fazer crochê compulsivamente para amigos do teatro, vizinhos e pra mim mesmo. Entusiasmado me identifiquei mais com as tokas (meu forte). Muitos dizem que “o crochê é uma terapia” quando me vêem fazendo-o. Concordo e asseguro que com ele descobri em mim uma pessoa melhor! Mais calmo, equilibrado, concentrado, criativo, sensível, acessível e social. Foram anos interruptos, pois, mesmo entusiasmado com a descoberta de mais um talento artístico, comecei meio que sem querer, portanto, não encarava como profissão, não levava muito a sério, apenas fazia por impulso, por novidade e sem critérios, mas, mesmo assim, amigos compravam “meus trabalhos” pra dar aquela famosa “força”. Não tinha me tocado de que outra arte havia me escolhido de novo! Depois que acabou o “fogo de palha”, fiquei anos longe das agulhas. Após um ano e meio, a saudade bateu. E com o passar do tempo, reiniciei minha técnica desenvolvendo um design próprio. Meus pontos (faço dois ou três, apenas) foram sendo elogiados com o passar do tempo por entendidos no assunto e clientes, cujos quais fui conquistando aos poucos. Após ter analisado os resultados anteriores, um pouco mais determinado e precisando de uma renda extra, aprimorei a técnica que eu tinha no crochê. Minha inquietude fez com que depois de muitas tentativas, experimentos e erros, enfim, chegasse a um modelo padrão, um caimento padrão. Mais maduro, com uma postura mais profissional e vencendo os preconceitos dos outros, dos de casa e os meus próprios, comecei fazendo crochê em metrôs, ônibus, escolas, clubes e até andando na rua. Já cheguei a dar aula de crochê, mas confesso que tenho que fazer muita aula ainda. Destaco uma das situações curiosas dessa minha jornada. Foi quando, à noite, no intervalo de aula de um colégio, onde, também, dava aula de dança, um rapaz me vendo fazer crochê me perguntou se eu não tinha vergonha de ficar fazendo isso lá - deixando bem claro que ele perguntava sem querer me ofender -, respondi: como eu poderia ter vergonha daquilo que pagava minhas contas? Não demorou um minuto, ele encomendou uma branca!

Escrito por Silvius Hermmes às 18h41
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Seis anos se passaram, vivi situações variadas e a luta continua. Hoje, Sr Das Tokas se encontra na Suíça, Portugal, Japão, Hungria, Espanha; Goiás, Rio de Janeiro; Bauru... Sr Das Tokas veste artistas e pessoas de destaque como Max de Castro, Scheila Carvalho, Adriane Galisteu, Preta Gil, André Marinho (BR’OZ), Thaide (Antônia), Nelson Triunfo (Hip Hop), Antonella (BBB), Serginho (ganhador da Casa dos Artistas), Dodô (Grupo Pixote); modelos, amigos, pessoas comuns, crianças, idosos, jovens e, mais recentemente, está sendo lançada uma moda entre os Le Parkour. Mas não paro por aqui, faltam as celebridades internacionais, claro!

Eis que lhes apresento Sr Das Tokas! Que tem como característica principal desenvolver um estilo próprio, personalizado (a partir de uma idéia) para artistas, esportistas e pessoas comuns.

Se você costuma usar tokas, por exemplo, as faço ao seu gosto depois de uma pesquisa pessoal detalhada. Todo e qualquer detalhe é importante, pois, quanto mais apuradas forem as possibilidades do produto em si, mais próxima ficará das suas expectativas e, conseqüentemente, atendendo-o e satisfazendo-o. Sr Das Tokas prioriza a particularidade de cada um, sendo fidedigno às características visuais, estéticas e técnicas de sua arte final. Você tem um time, uma banda, uma cor, uma escola de samba preferidos? Um personagem, uma situação em particular, uma emoção que queira extravasar? Pois bem, através de critérios técnicos da arte que utilizo (crochê), intuição e atento à qualidade, unidos à sua personalidade, marketing pessoal, dedicação e criatividade, tudo aquilo é possível! A partir disso nasce uma forma singular e exclusivamente sua, através de um design próprio ao seu gosto.

Aqui, na minha galeria de fotos existe modelos e possibilidades variadas de tokas. Dentre elas, já fiz tokas temáticas para escolas de samba, times, nomes de bandas; filosofias; tendências; celebridades; modelos; países; declarações de amor; símbolos; homenagens; datas comemorativas; para um público em geral, desde o mais tradicional ao mais moderno, do mais jovem ao mais experiente, e isso tudo caracterizando a pessoa ou um grupo em particular, valorizando seu estilo próprio e sua personalidade. Alguns modelos de cores misturadas, sobrepostas, monocromáticas, policromáticas, tom sobre tom, formas despojadas, urbanas, surreais, básicas que compõem e lançam a moda de cada indivíduo. As quatro estações são um cenário pra todo o tipo de modelo. Sr Das Tokas criou seu estilo próprio, suas peças são manufaturadas com linhas 100% algodão mercerizado, portanto não desbota, não mancha pós-lavagem (cores firmes); têm um caimento confortável; são trabalhadas com fios duplos, dando uma característica própria. 

Sr Das Tokas é ARTESANATO e faz acessórios e tokas personalizados a mão.

NÃO ESQUENTE SUA CABEÇA, DEIXE QUE EU FAÇA ISSO POR VOCÊ!

 

Escrito por Silvius Hermmes às 17h44
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31/12/2006


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Em respeito aos amigos leitores, volto, de forma tímida, ou seja, aos poucos, a escrever meus pensamentos e situações que acho que valem à pena serem escritos. Vai aí mais uma! Analisem...

 

E.E. Profa. ZULEIKA DE BARROS MARTINS FERREIRA - MUITA SUJEIRA LÁ!

 

No dia 12/12/2006 (terça-feira), fui solicitar algo que é justo e legal: ser pago por trabalhos realizados na Festa de Encerramento Do Zuleika de Barros (Coreografia e Dança). Como muitos sabem, dou aula de dança (Dança de Rua/Dança-Teatro) e apóio o Núcleo Artístico e Coreográfico para que aconteça este evento, uso do meu know-how e boa vontade em prol da Escola, uma vez que em 92, quando era aluno, fiz minha primeira apresentação, pois já freqüentava aulas de balé no Municipal. Hoje, percebo que nós artistas, coreógrafos e muitos daqueles que trabalham em prol à evolução do evento, são explorados de maneira vil e inescrupulosa. Desejo receber uma importância que esteja de acordo com o que mereço e venho me dedicando por todos os trabalhos prestados durante esses anos nesta Escola. A Dança no Zuleika de Barros gera fundos os quais podem ser revertidos, também, para o pagamento dos artistas envolvidos no evento. Por causa da Dança existe patrocínio e bilheteria (que este ano foi de R$ 7,00); a Escola possui cantina, out-doors, dá festas, há eventos no teatro e é cobrado seu aluguel; formatura, bazares, viagens, passeios; A.P.M. (Associação de Pais e Mestres) que cobra R$ 40 para fazer matrícula, e todos entendemos que a A.P.M. é uma "contribuição espontânea"; temos a FDE (nesse link está claro que parte dessa verba é destinada, também, à "contratação de autônomos para serviços eventuais"Eis o que sustenta uma Escola: dinheiro público! Quando toquei nesse assunto com a diretora da Escola, que preciso receber de forma justa para trabalhar, pois fico à disposição da Escola o ano todo, e esse trabalho começa em meados de março e se extende até dezembro, fui chamado de ridículo dentre muitas coisas que foram ditas nesta reunião, reunião esta que a direção se recusa, sempre num primeiro momento, a tê-la comgio, pois quem é responsável pela Festa de Encerramento, segundo ela, é a professora de Educação Física (que me manda um e-mail no final deste texto). A frase épica que me foi dita: "só não te mando pra 'aquele' lugar porque você não merece!", disse também: "o que são dez reais (R$10) pra cada aluno?", respondi que não podia cobrar dos alunos, logo: "...se você gosta tanto da Escola então se dôe... e se você não está satisfeito, procure outra Escola!" Srs, foram oferecidos como "pagamento" R$ 250 + o figurino!!! São dez mêses trabalhando arduamente, criando coreografias, ensinando, pegando condução, muitas vezes sem dinheiro pra comer, escutando desaforos da direção do tipo "não quero (porque eu mando) que usem o teatro", "a Escola é pública mas sou eu quem manda!", "o que você está fazendo aqui, pra que você quer o rádio?" etc etc etc. Já passei por situações constrangedoras, desagradáveis e desnecessárias em público, que me impediram de realizar meu trabalho, mas, em nome da arte, em respeito a todos os alunos que faziam aula comigo e, principalmente, porque muitos alimentam o sonho de pisar no palco (e ainda me incluuo nisso), permaneci firme, pois estamos lidando com as emoções das pessoas! O mínimo de condições, paz e dignidade quero para desenvolver minha arte. Não quero nada a mais ou a menos que tenho direito, mas o mínimo me está sendo negado: um rádio, por exemplo, dentre várias coisas. Muitas vezes para se conseguir "autorização" para pegar um rádio, é um Deus nos acuda! Temos que passar por mais uma sessão de humilhação e constrangimento. Já se gerou situações desconfortantes entre muitas pessoas envolvidas na dança por causa de um rádio (isso porque não tem um só, mas, às vezes, é insuficiente. Exponho, agora, uma situação que pôs em risco minha segurança e a das pessoas que faziam aula comigo. Quando fui voluntário do Programa Escola da Família (e fui muito bem tratado por quem realmente trabalhava nele), em 2004, eu era podado, impedido, discriminado e humilhado por fazer parte do Programa. Cheguei a escutar da direção que o Programa era uma hipocrisia. Eu dava aulas aos sábados e domingos, às vezes, quase que o período todo! Porém, a direção não me deixava usar as dependências da Escola: salas de aula, teatro (lugar mais apropriado)... alegando que Escola da Família era uma coisa e Escola era outra, e que "tinham" quebrado "algo" lá, "sujavam" as salas de aula, por isso ela não queria [tenho fotos minhas varrendo o chão onde íamos dançar]; no entanto, outros professores de dança usavam o teatro, mesmo no final de semana! Bem, começamos a dançar/ensaiar no pátio da Escola, sem nenhum problema aparente. Num sábado, já cansado destas dificuldades todas, resolvi pegar um rádio emprestado de uma amiga e levei à escola (muitas vezes o inspetor de alunos nos emprestava o rádio gentilmente) para mais um ensaio constumeiro com a finalidade de apresentação de final de ano da própria Escola. Nesse dia, entraram alguns jovens, que são conhecidos como "meninos que ficam no semáforo", para jogar bola. Como estavam mau vestidos e como já não são bem vistos por ninguém, foram postos pra fora com ajuda policial, posteriormente solicitados. No final da aula, por volta das 16h, fomos embora descendo em direção ao Sesc Pompéia, quando nos deparamos com aqueles que foram postos pra fora, na mesma calçada, e disseram, olhando-nos fixamente: "Olha aí, foram eles que chamaram a polícia pra gente!" Nem preciso descrever o pânico. Resumindo: à noite, arrombaram as grades da quadra coberta, entraram na cozinha e dentre alguns ítens, levaram o rádio da minha amiga! Não fui ressarcido até hoje! Agora, será que fica fácil de entender que a mesquinhez de uma irresponsável pode por a vida de pessoas em risco?! Isso é desumano!!!! Apelo: gostaria que fossem revistas as formas com que são conduzidas as verbas relacionadas à Dança no Zuleika de Barros, "quem" e "como" as conduzem é a questão. Um grito pela liberdade e segurança dos artistas que trabalham lá, com seus direitos e deveres e, tudo que disser respeito à melhoria da arte num todo!

 

 

Em meu nome e da Arte, Honestidade, Trabalho e Sucesso!

 

Silvius Hermmes - Dançarino/Coreógrafo

 

p.s. - aqui em e-mail que recebi em 16/12/2006: "Caro Silvius, demorei para conseguir seu e-mail, mas á tempo. Diante dos últimos acontecimentos, do qual fiquei extremamente aborrecida, pois já havia dito á vc que quem cuida da festa sou eu, decido tudo sozinha e pago tudo sozinha, não havia necessidade de vc conversar com a Regina. Portanto, decidi que não haverá sua participação neste evento. Obrigada por tudo. Boa sorte. Beijos. Bali". E, pra completar, a Diretora não permitiu a minha entrada à Festa de Encerramento de Final de Ano do Zuleika de Barros.

Escrito por Silvius Hermmes às 11h06
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28/04/2006


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ESPAÇO RESERVADO PARA AGRADECIMENTO

 

Hugo Condoyannis, muito obrigado!

Escrito por Silvius Hermmes às 20h42
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28/12/2005


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Ser Negro Entre Hipócritas É Pior Que Sê-lo Entre Autênticos

 

Escolas pra negros, produtos pra negros, salão de beleza pra negros, cuidados para os negros, atração por negros, cuidado com os negros, porcentagens para os negros, música de negros, boca de negro, voz de negro, cabelo de negro, cheiro de negro, tomar sol pra ficar negro, Revista de negro, 100% negro, serviço de "preto"... Então, já escutei isso e tudo mais pela vida. Quanto mais as pessoas se preocupam com os negros e os tratam como se fossem coitados, perigosos, incapazes aí é que se alimenta mais a discriminação racial (estou falando do negro como um exemplo, pois temos variações discriminantes e preconceituosas por aí: moradores de rua, pobres; gays, travestis; órfãos, mulheres, mães solteiras, crianças, idosos; leigos; desempregados; feios, gordos, pessoas mais velhas com pessoas mais novas; deficientes... Algum desses você tem algum tipo de aversão ou hesitação, certo?. Apesar de que até os belos; super dotados; ricos... Mesmo alguns destes, mesmo mostrando que não estejam nem aí pros outros, por muitos, são discriminados. Portanto, somos todos vítimas do preconceito - somos iguais, não adianta, gente!). Esse papo furado de que "vamos dar mais condições aos negros, pois assim 'serão alguém' na vida e terão mais oportunidades iguais as dos brancos e aí..." blá blá blá. O quê?! "Eles 'serão alguém' só depois que forem dadas as oportunidades?" E se elas não forem dadas? Peraí! É só não impedi-los de entrar em lugares públicos, sejam eles quais forem; é só não tratá-los como serviçais o resto da vida; é só não olhar pra eles como se eles fossem a escória da sociedade; é só não terem medo de denominarem-nos negros como se isso fosse um palavrão; é só parar de olhar pra ele de cima em baixo como se ele fosse roubá-lo; é só pararem de subestimá-los como se eles não soubessem falar, se comportar socialmente ou não tivessem assunto algum; é só não o boicotarem, como você aprendeu a fazer com "alguém"; é só respeitá-los; é só você lembrar que ele sente, percebe... assim como você; é só você perceber com a sua inteligência (que você acha que é maior que a dele) que não se precisa dizer essas coisas pra ter consciência delas. Essas atitudes preconceituosas e discriminatórias que são promovidas e incentivadas por muitos é que têm que acabar. E o negro, por sua vez, também fazer sua parte: não se fazendo de vítimas o tempo todo, pararem de se aproveitarem da situação sendo agressivo tentando justificar o quão foram com eles... Essa falsidade absurda e não-generalizada que as pessoas sopram de seus lábios, tais como: "eu não tenho preconceito", "que negro lindo!", "meu sangue é negro", "sou um negro na pele de branco", "meus avós da geração da Santa Ceia eram tizis", "esse seu cabelo é show de bola", "sua cor é maravilhosa"... Conversinha! Tão me subestimando de novo! Aí você vê que tratam o negro como se ele precisasse de aprovação o tempo inteiro, pois, nesse contexto, o coitado precisa de um apoio moral. Portanto, faço minha parte dando uma força pro negão. Vai se foder! Você que não é negro, não tente sê-lo, pois você não o é! Essa bajulação desnecessária é pra você tentar provar pra você mesmo que não tem preconceito. E sequer você acredita nisso! Pára! Os que não discriminam e realmente não tem preconceito, não o fazem e pronto! Não ficam fazendo tipo. E se você não gosta de uma raça, de uma condição, de um comportamento... Assuma pra você mesmo. Você não é obrigado a gostar de ninguém que não seja da sua raça. Não se preocupe, você não vai ser preso, nem ter que pagar fiança embaixo de um processo, e continuará sendo aceito pela sociedade (que não discrimina) da mesma forma, se é isso o que teme. Você tem o direito de ser racista, preconceituoso e discriminador, só que tenha a mesma coragem às conseqüências dos seus atos, ou fique quieto e continue sendo falso... consigo mesmo até que evolua.

 

Dá a impressão que, em algumas situações, ser branco é mais fácil, porém, se sua essência é boa, cor é pra colorir e raça, respeitar.

 

by Silvius Hermmes, O Que Gosta Do Preto No Branco

Escrito por Silvius Hermmes às 15h57
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